Quem não tem coração e atitude de ovelha, não serve para ser pastor. A autoridade provém da submissão e o governo é legitimado pelo serviço.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Blog do Jiraia: Moeda Celeste

Blog do Jiraia: Moeda Celeste: "Aowa,Estava “lendo” alguns blogs na internet e resolvi escrever um pouco sobre um assunto muito, mais muito contestado e cheio de dúvida..."

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O amor lança fora todo o medo!


Essa vai imagem estará no meu carro nessa próxima segunda-feira.
Já pensou nessa mensagem?!?!

Temos a alegria de poder compartilhar essa palavra com você!

Razões porque você deve orar pelo seu pastor



          Algumas pessoas pensam que exercer o ministério pastoral é fácil. Talvez elas não entendam a complexidade do cumprimento de tão árdua tarefa. Na verdade, muitos não sabem a responsabilidade e a pressão que o ministério exerce na vida do pastor. Para piorar a situação, a Igreja do Senhor não trata de seus pastores como devia. Infelizmente conheço inúmeros casos de pastores marcados por igrejas intransigentes, que exigem de seus líderes atitudes sobre-humanas, levando-os a exaustão espiritual.
          Uma pesquisa feita nos Estados Unidos afirma que cerca de 90% dos pastores estão trabalhando entre 55 a 75 horas por semana. O percentual de esgotamento está no máximo, com somente 50% dos pastores cumprindo seus anos de trabalho como pastor. A pesquisa também afirma que mais de 50% dos graduados nos seminários deixam o ministério depois de 5 anos. Mais de 1200 pastores a cada mês deixam o ministério devido a tensão ou situações relacionadas com a igreja, assuntos familiares ou falha moral.
          O divórcio entre os ministros subiu em mais de 65% nos últimos 20 anos. Cerca de 94% dos ministros sentem a pressão de ter que ter uma “família perfeita”. Pesquisas revelam que 71% dos pastores dizem que estão tendo problemas financeiros. Cerca de 67% das esposas de pastores dizem que não estão satisfeitas com seu matrimônio e 33% dos casamentos pastorais sofrem de tensões causadas pela quantidade de trabalho.
          Mais de 90% dos pastores levam para casa “bagagem mental e emocional do trabalho ministerial. Dados confirmam que 75% dos pastores dedicam menos de uma noite por semana a seu cônjuge e amizades. Cerca de 80% dos pastores crêem que o ministério afetou suas famílias de uma maneira negativa. 70% dizem que não têm alguém que consideram como amigo mais chegado e 97% dizem que não foram preparados adequadamente para enfrentar assuntos que encontram na igreja. Com uma realidade como esta, mais do que nunca, precisamos orar pelos nossos pastores.
          E você? De que forma tem lidado com seu pastor? Em suas orações você tem lembrado dele? E se você fosse pastor? Gostaria de ter uma ovelha como você? Pense nisso!
(anônimo)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Natal: A Estratégia Missionária da Igreja

O Cristianismo tem uma mensagem a ser compartilhada, mensagem de Boas Novas para todos os povos (Lc 2.10).

Apesar da Teologia de Missões ser recente em sua formulação metodológicasistemática, o ardor missionário já era presente nos primeiros passos da Igreja Cristã. A igreja cresceu porque investiu em missões. A inculturação, como prática missionária, nunca foi vista como uma paganização dos valores cristãos, mas como método de comunicação do evangelho. Isso foi praticado por Paulo (1 Co 9.19-23). Cristo havia confiado à igreja uma mensagem que precisava ser levada a todos os povos. Após a ressurreição, esta foi sua preocupação e comissionamento (cf. Mt.28. 19).

A mensagem missionária está estritamente relacionada com o indivíduo e com a sua cultura. Conhecer a cultura e se expressar na mesma produz pontes intermináveis que promovem a comunicação do evangelho.

O esforço missionário da Igreja até o quarto século foi conquistar o mundo para Cristo. Nessa prática estavam também sendo trabalhadas duas tarefas importantes: guerrear contra o paganismo e discipular os novos convertidos. A estratégia para isso foi substituir algumas comemorações pagãs, e, na mesma data, promover as Boas-Novas e o ministério de Cristo. Isso fica claro quando analisamos as festas do Natal e da Epifania.

A INTRODUÇÃO DO NATAL
A data do 25 do dezembro foi fixada pelos pagãos para celebrar o nascimento do sol Natalis solis invicti. Os pagãos só começaram a celebrar essa data no ano 274 d.C. Nesse período, a igreja estava passando pelos seus últimos e terríveis dias de perseguição. O paganismo estava ainda forte, e esta foi uma estratégia para apagar as raízes do Cristianismo e formar raízes religiosas nos pagãos. Em 336 d.C, 62 anos depois, a Igreja de Roma incluiu no calendário Filocaliano a celebração do Natal Cristão no dia 25 de dezembro. Como o Edito do Tolerância de Constantino em 313 d.C., que deu liberdade religiosa aos cristãos, abriu as portas para a evangelização, a Igreja procurou diversas estratégias, dentro de sua limitação, para colocar Jesus como o Soberano das Nações, o Deus encarnado.

Como a provocação de 274 d.C. deu certo para o lado dos pagãos, agora a igreja, gozando de liberdade, toma posse da data e proclama Jesus Cristo o Sol da Justiça, baseado em Malaquias 4.2. Na oratória de implantação do Evangelho, a frase era: “Vamos celebrar o Nascimento do nosso Rei no dia 25 de dezembro. O deus Sol está destronado”.

Além de ser uma afronta ao paganismo, foi uma estratégia para colocar Jesus no centro da vida social e derrubar os sentimentos religiosos antigos do novo convertido. Essa prática não significou uma paganização do Cristianismo como alguns desejam afirmar.

A ORIGEM DA EPIFANIA
Antes, porém de ser celebrado o 25 do dezembro como o dia do Natal, os cristãos do fim do segundo século, já celebravam a Epifania, festa realizada no dia 6 de janeiro. Já nessa época a estratégia era missionária e transcultural.

No Oriente, o dia 6 de janeiro estava ligado ao nascimento virginal de Aion/Dionísio (segundo Epifânio) e com diversas outras lendas de epifania nas quais os deuses se manifestavam aos seres humanos. Plínio discorre a respeito dos modos como Dionísio revelava a sua presença naquele dia, transformando água em fontes e fontes em vinho (Natural History).

Os cristãos, nessa época, perseguidos pelos romanos, tiveram a estratégia de celebrar, na mesma data, a epifania de Jesus (Manifestação de Jesus). Para confrontar os poderes das trevas, elegeram essa data como especial no calendário da Igreja. Nessa festa pregavam o nascimento virginal de Cristo, a visita dos magos a Jesus e seu milagre de transformar a água em vinho em Caná da Galiléia. Nessa celebração, segundo Jerônimo que morou 24 anos em Belém, o batismo era o conteúdo principal.

Muitos estudiosos vêem na Epifania uma cristianização da festa dos Tabernáculos. As duas celebrações incluíam a vigília durante a noite toda, a iluminação de círios e a procissão das luzes, as águas da vida, os ramos de palmeiras e alusões ao matrimônio. Essa prática de cristianizar festas judaicas, comuns em algumas seitas do passado, tem reaparecido na atualidade, em algumas igrejas evangélicas, com o intuito de enraizar suas práticas litúrgicas na Bíblia, principalmente no Antigo testamento, depreciando assim as festas cristãs.

AS FESTAS CRISTÃS
Tanto o Natal quanto a Epifania foram praticados pelos cristãos para substituir, a partir de uma visão missionária, os festivais pagãos relacionados com o solstício de inverno no Ocidente no dia 25 de dezembro, e no Oriente, em Alexandria, no dia 6 de janeiro. Ambas as festas tornaram-se mais freqüentes no século quarto.

No ano 386 d.C, a festa do Natal já havia sido introduzida em Antioquia. Crisóstomo foi um grande estrategista para que essa data fizesse parte do calendário da Igreja. Como homem de Deus, Crisóstomo observou a oportunidade missionária que a data do Natal poderia favorecer. O Sol da Justiça, Jesus Cristo, nasceu para derrotar o deus solístico. A estratégia era mostrar que a fé no Deus encarnado era um a fé poderosa.

Os grandes teólogos e pregadores capadócios Gregório de Nissa e Gregório de Nazianzeno, respectivamente nos anos 370 e 380, escreveram sobre a importância dessa data e usaram os temas do Natal e da Epifania para resistir aos arianos que não criam na divindade do Jesus.

DEZEMBRO: INADEQUADO?
Hoje o Natal já não traz essa bagagem apologética e missionária da Igreja Antiga. A festa na atualidade tem duas vertentes: uma mundana e outra cristã. O mundo celebra o Natal da glutonaria, da embriaguez, do comércio e, principalmente, colocou a figura do Papai Noel para substituir a figura do bebê e da manjedoura. A Igreja, por outro lado, celebra o Natal de Jesus. Corais se preparam para cantar a história de Jesus. As crianças treinam suas peças teatrais. O culto de Natal celebra a herança da vida abundante do Cristo. Os símbolos são muitos e difíceis de serem catalogados. Hoje o Natal é a celebração do nascimento do Menino Deus. É para nós uma data festiva e alegre, rica de símbolos e adereços. É uma oportunidade para presentear quem amamos e comemorar o aniversário de Jesus.
Alguns alegam que o mês de dezembro é muito inadequado para o nascimento do Jesus. Alguns estudos colocam o nascimento de Jesus nos meses do abril ou maio. Mas Leon L. Morris não vê dessa forma. Ele diz que os pastores que estavam no campo pastoreando seus rebanhos estavam cuidando deles para os sacrifícios do Templo. Os rebanhos deviam ser guardados somente no ermo, segundo as tradições rabínicas da Mishna e do Talmude. Uma regra rabínica estipulava que qualquer animal achado entre Jerusalém e um lugar perto de Belém deveria ser considerado uma vítima sacrificial. A mesma regra encontrada na Mishna fala de achar ofertas para a Páscoa dentro de trinta dias antes daquela festa, isto é, em fevereiro. Morris conclui dizendo: “Visto que os rebanhos podem, portanto, estar nos campos no inverno, a data tradicional para o nascimento de Jesus, 25 de dezembro, não está excluída” (Lucas. Introdução e comentário. Vida Nova).

OPORTUNIDADE MISSIONÁRIA
O Natal do passado, além do significado litúrgico do nascimento de Jesus e da festa tinha o significado de oposição à idolatria e o anúncio da nova vida em Cristo, o verdadeiro Sol da Justiça. Que possamos reler o Natal e redescobrir a grande oportunidade missionária que essa data nos favorece. Reunamos nossa família diante da árvore do Natal, símbolo criado pelo reformador Martinho Lutero, e celebremos o dia 25 do dezembro com entusiasmo e vida, aproveitando para pregar o Evangelho da Reconciliação. Celebremos o nascimento do Jesus com alegria e festa. Celebremos o nosso Sol da justica!

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Texto publicado no AVANTE de dezembro de 2000, No Portugal Evangélico em 2003 e No Fé e Nexo em 2006. Texto de Rev. Edson Cortasio Sardinha – Pastor na Região Missionária da Amazônia, Pedagogo (Universidade Federal de Rondônia), Pós-Graduado em Ciência da Religião (Bennett/Costa Rica IBL), Cursou o seminário de Liturgia e Arte Sacra pelo Instituto Franciscano de Teologia de Petrópolis-RJ – edsoncortasio@hotmail.com

Deus não te chamou para ser estéril


Introdução
ESTERILIDADE é : “incapacidade temporária ou definitiva de gerar filhos”.
Quero aproveitar este período de final de ano em que somos cercados por retrospectivas e oportunidades de avaliarmos nossos desempenhos nas mais variadas áreas de nossa vida e propor uma reflexão à cerca de nossa vida diante do Reino.

Pergunto respeitosamente à você, se neste olhar você consegue perceber mais perto de você a fertilidade? Não? Calma!

Não quero que você fique 100% preocupado ou assustado, não comece se culpar ou penalizar, quero fazer duas considerações importantes a este respeito.

1.     A esterilidade não é procurada.
Temos alguns exemplos de esterilidade na bíblia e podemos perceber que em nenhum dos casos as pessoas procuraram esta situação. Quero dizer com isso que você não precisa ficar se culpando por se sentir estéril, não deve se martirizar por achar que se tornou estéril por culpa sua, por maldição hereditária ou coisas do tipo. Não consigo acreditar que você (um crente em Jesus Cristo)acordou um dia sonhando em ser ou se tornar estéril. Claro que não.
Mas, a segunda consideração também deve ser percebida.

2.     A esterilidade não é bem-vinda
Além de percebermos que elas se tornaram estéreis sem fazer algo para alcançar isso, percebemos também que não se conformaram com esta situação. A esterilidade também não pode ser vista como algo comum e tranquilo, bom para nossa vida. É preciso que aja incômodo em nosso coração pela ausência de filhos, pela ausência de frutos. Você não pode se conformar com a realidade da esterilidade, você não pode se achar normal, pois o normal é que sejamos fecundos.

Vamos aprender algumas lições a este respeito tendo como base as vidas das mulheres estéreis citadas nas escrituras e que O Senhor nos dê entendimento para aprender com cada uma delas.

1ª lição - Sara: Gênesis 17: 15-22
Sara tinha 90 anos e, ao ouvir a palavra do anjo para seu marido duvidou por causa de sua idade avançada e por já ter ultrapassado o período produtivo das mulheres.
Queridos entendam que não há impossíveis para Deus e talvez você acredite que seu período fértil já acabou, que agora é a vez dos mais novos trabalharem, que seu período de evangelizar e ganhar almas já foi e agora é hora de descansar. Saiba que para O Senhor não existe esta distinção. Talvez você tenha conquistado este direito em sua vida profissional e eu louvo a Deus por isso, espero que aproveite, mas diante dos céus a sua vida precisa ser produtiva, diante do Altíssimo não existe velhice para gerar filhos. Deus está dizendo para você: "não há impossíveis para mim e eu farei com que você produza filhos".

Não importa a sua idade, você pode gerar filhos!

2ª lição - Rebeca: Gênesis 25: 21-26
Rebeca foi trazida para junto de Isaque e os dois se apaixonaram, casaram-se, mas, o mesmo acontecia com ela e não conseguia gerar filhos e assim foi durante vinte anos de relacionamento, até que Isaque orou Ao Senhor.
Queridos entendam que muitas vezes não estamos gerando filhos e não estamos falando com Deus a este respeito. Percebam que no caso de Abraão este diálogo era permanente e ainda assim a lição de Deus na vida de Sara é outra, mas aqui vemos que Isaque não esperou que Rebeca chegasse aos 90 anos, mas ele aguardou o tempo natural (creio eu), mas, foi logo diante do Pai que lhe ouviu a oração. Deus está dizendo à você que deseja ouvir a sua oração, deseja ouvir o seu clamor por filhos. Oramos por tantas coisas e por tantos motivos: por enfermos, por trabalho, por bens, por saúde, por família, por construção, por carro novo, por faculdade, por alimento, por concílios, por lideranças, mas, temos orado por filhos espirituais?

Não importa sua condição, Deus ouve sua oração e você pode gerar filhos!

3ª lição – Raquel: Gênesis 29: 31 a 30:2
Raquel foi conquistada após 14 anos de trabalho junto a seu pai Labão, apresentava a mesma condição de suas antecessoras, ela também era estéril e se vê irada diante da fertilidade de sua irmã mais velha, bem como das empregadas que foram dadas a seu marido Jacó.

Queridos, precisamos entender que a nossa atenção e preocupação não deve estar nas pessoas ao nosso redor ou nas igrejas à nossa volta. Tenho ouvido falar muito sobre algumas igrejas: se tem muita gente é inchaço, roubam das outras, pescam em aquário, oferecem um evangelho barato, são muito liberais.... Na verdade ao fazermos isso e nos voltarmos para estas situações, estamos nos assemelhando a Raquel que se preocupava mais com as mulheres à sua volta do que com sua própria necessidade de gerar filhos.

Não importa o que tem acontecido à sua volta, você pode gerar filhos!
 
4ª lição – Mãe de Sansão: Juízes 13: 2-5
Esta mulher aparece na história e nem tem seu nome citado, em nenhum lugar encontramos atribuição ao nome desta mulher, ou seja, diferente das anteriores ela é apenas lembrada por ser a mãe de Sansão. Assim como as outras ela se torna conhecida por ser estéril e passar a dar frutos. Viver um milagre.

Queridos, precisamos entender que gerar filhos está ligado a frutificar e não a ter méritos. Entendam que esta mulher não tem seu nome citado e podemos aprender que mesmo que eu seja um “zé ninguém” aos olhos das pessoas, diante de Deus sou alguém que pode passar a produzir frutos. Não se importe se seu nome não é dos mais conhecidos ou bonitos, se seu sobrenome não faz parte da história da igreja metodista ou outra qualquer, mas, lembre-se que mesmo uma pessoa que nem tem seu nome citado nas escrituras está relacionada como alguém que não poderia produzir, mas passou a poder produzir pela Obra do Senhor.

Não importa se você não é conhecido, você pode gerar filhos!

5ª lição – Ana: 1 Samuel 1: 5 a 8
Ana recebia porção dobrada de seu esposo, recebia honras maiores que sua concorrente, seu esposo se coloca diante dela como se ele pudesse ser melhor que dez filhos, entretanto o coração de Ana não se deixa iludir, ela desejava cumprir o propósito de Deus em sua vida: gerar filhos. Ana não se contenta com um marido, ela anseia por filhos.

Queridos, precisamos entender que algumas pessoas vão se achegar a nós e isso é normal. É comum convidarmos um amigo que está desviado dos caminhos do Senhor, é comum convidarmos alguém que é de outra igreja e esta pessoa se sentir bem em nosso meio, é comum recebermos pessoas que vieram de outras realidades por diversos motivos, mas não podemos nos contentar em receber gente de outras igrejas, todas elas são importantes diante do Pai, mas, precisamos gerar filhos. Ana não se contentou com um marido que “valia por dez filhos” para ela mais valioso era ao menos um filho.

Não importa se há outras pessoas ao seu redor, você pode gerar filhos!

6ª lição – Isabel: Lucas 1: 5-7 e 3: 57 a 63
Isabel levava sua vida de forma aparentemente tranquila, diferente das mulheres citadas anteriormente ela não apresenta desespero por filhos, algo que poderia parecer estranho diante da cultura e das pessoas, até seu esposo estava trabalhando normalmente na condição de sacerdote e sua vida corria bem.

Queridos, não é assim muitas vezes em nossa vida? Algumas situações nos levam a entender que está tudo bem e não precisamos nos preocupar com "essa história" de gerar filhos. Podemos continuar vivendo tranquilamente, afinal de contas, as coisas vão bem, como iam para Zacarias e Isabel. Entretanto o anjo aparece para anunciar algo novo, algo grande que aconteceria na vida deles, eles iriam gerar aquele que precederia Jesus. Ao ler o texto e perceber a decisão pelo nome entendo que ela está abrindo mão do costume ou do tradicionalismo para viver algo novo, aquele fruto representava novidade de vida. Gerar filhos é isso. O filho represente novidade. Nenhum filho é igual ao outro. Não podemos nos prender aos filhos que já foram gerados e cresceram. Não podemos ficar limitados e vivendo de passado. Ela não aceita o mesmo nome do marido e não se preocupa com o fato de não ter nenhum João na família, mas acolhe a direção divina.

Creio que Deus vai te levar a viver o sobrenatural de maneira tão intensa que você irá além de seus arraiais, você irá além de sua visão, irá além daquilo que jamais sonhou. Não se deixe limitar, mas entenda que filho é novidade, cada filho é algo novo. Deus vai te mostrar pessoas e te dar estratégias.

Não importa o que você já tenha gerado no passado, você pode gerar filhos!
 
Conclusão: Será que não conseguimos perceber a importância de gerar filhos?
Gerar filhos é fundamental para a vida cristã. Você pode se achar velho, incapaz, inexperiente, pode encontrar a justificativa que for, mas uma verdade você não pode negar. Você precisa gerar filhos.

Deus te chamou para a FERTILIDADE e não para a esterilidade. Deus te chamou e tem te enviado para que vás e deis muitos frutos. É para isso que fomos chamados das trevas, para anunciarmos a maravilhosa luz, o Nome Poderoso de Jesus.

Importante
Nenhuma destas pessoas se preocupou com a quantidade de filhos, algumas até geraram mais filhos após o milagre da fertilidade, mas as multidões e conquistas vieram por meio dos filhos que marcaram a mudança de vida.

Queridos, precisamos aprender que você não precisa sair desesperado tentando gerar muitos filhos, mas, precisa se preocupar em gerar e cuidar de ao menos um filho. Imagine se ao término do próximo ano você tiver gerado ao menos um filho. Imagine se cada um de nos tiver feito ao menos isso.

Encerro deixando o meu desafio e minha palavra de incentivo. Sejamos mais ousados, sejamos mais intrépidos e acima de tudo, mais sensíveis ao falar de Deus. Tenho plena convicção de que o Senhor nos dará esta dádiva, como fez com estas mulheres.

Preocupe-se em gerar ao menos um filho saudável e O Senhor te proporcionará gerar mais e mais!

Encerro lembrando uma das tão conhecidas frases de John Wesley que ao meu ver entendeu a importância de gerar filhos:
“Senhor, dê-me cem homens que nada temam, senão o pecado e nada desejem senão a Deus e eu abalarei o mundo e moverei os portões do inferno".

Que eu e você sejamos parte destes 100 homens, pois sabemos que eles fizeram uma grande diferença na Inglaterra e no mundo.

Seu companheiro de caminhada
Pr Denilson Gomes da Silva

Fonte: site da IM Guarulhos, clique aqui.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Acampamento 2011



Graça e paz!
É com grande alegria que enviamos esse cartaz à você. Esperamos que você deseje estar conosco por ocasião desses dias abençoados. Há alguns anos nosso acampamento tem crescido e sido uma bênção na vida de muito de dentro e de fora de nossa igreja.

Amad@, não deixe para enviar sua inscrição na vespera do acampamento. Nossa vagas são limitadas, nos últimos dois anos, tivemos que rejeitar inscrições por não haver mais vagas, isto há quinze dias antes do encontro do ano passado, por exemplo.

Temos tido uma política de investimento em preletores e bandas, trazendo homens/mulheres abençoados/as e de Deus a fim de que sua vida seja também abençoada.

O investimento é acessível à todos. Você começa bem, estará em um lugar privilegiado com ótimas opções de lazer, e participação de cultos abençoados.

Caro pastor@, monte sua caravana.
Neste momento peço apenas que envie os nomes, e depois faça o pagamento.

Lembramos que a inscrição e vaga guardada somente efetiva quando houver o depósito em conta. Já temos recebido nomes e listas de pessoas que queiram participar, por isto: NÃO DEIXE PARA ÚLTIMA HORA.

É fácil fazer a pré-inscrição, informe apenas por email (metodistarp@gmail.com):
1. Nome
2. Cidade/Estado
3. DT Nascimento
4. Igreja
5. Telefones/Emails para contato.

Queira andar na visão de Deus, porque no Reino de Deus não existe ministério solo. Se você for um membro leigo da igreja, todos os contatos devem ser primeiramente comunicado ao pastor ou pastora local, antes de efetuar qualquer inscrição. O/a pastor/a deve ter consciencia é  ter abençoar em sua participação.

Mais informações pelo tel. 17 3235-2280 - falar com Marcelo, de seg-sexta, das 13h-17h.
Você pode também acessar nosso site: riopreto.metodista.org.br.

Ficamos por aqui, desejosos das mais ricas bênçãos de Deus sobre sua vida.
Em Cristo, carinhosamente,

Pr Kleyson Fleury e equipe organizadora.