Quem não tem coração e atitude de ovelha, não serve para ser pastor. A autoridade provém da submissão e o governo é legitimado pelo serviço.

domingo, 10 de julho de 2011

Casamento e Batismo evangélico é assim!?



O frequentador chega na igreja e diz: pastor quero casar ou batizar meu filho que nasceu, o que preciso. Quando você diz algumas coisas como: princípios, bases de fé a seguir, encontros necessários para formação, pré-requisitos, ritual da Igreja Metodista, votos... Eles geralmente olham e dizem: mas não tem como ser mais simples, menos encontros... Amados, nem a ICAR está tão simplista assim, leia a matéria feita pela Folha de São Paulo e me diga que não queremos passar, ensinar, solicitar nada tão difícil que eles não possam fazer. Creio que a Igreja Evangélica sempre foi de uma teologia forte quanto ao trato do seu sacramento, o Batismo, e sempre viu o casamento com olhos cuidados, para que essa importante instituição familiar não se torne falida.

A título de exemplo pergunto:
Quando os casais tem problemas graves quem eles buscam?
Quando os pais vêem seus filhos nas drogas, em quem eles se refugiam?

Não podemos apenas procurar nossos líderes na ponta do problema, ser instruídos/as no matrimônio e no batismo infantil ou adulto (formação do novo convertido) é um caminho que nos ajudam a prevenir tais problemas e fatos. Não quer dizer que seremos imunes a tais ocorridos, mas que ao sermos instruídos somos advertidos a termos uma fé no Senhor, pois assumir tais votos implicam em se responsabilizar por criar seu filho ou ter seu casamento na presença do Pai.

Casamento e Batismo pra mim é assim: devem ser feito em nome de Jesus, as pessoas participantes devem ser instruídas, deve haver respeito, temor e revência diante de Deus. O/a pastor/a não são "dois de paus" (figurantes), são os sacerdotes que Deus tem dado para preservar o cuidado e o amor dEle ao próximo, são responsáveis por levar aos participantes dos atos e sacramentos à visão do coração de Deus.

Um enorme abraço, e fique na paz.
Com amor e carinho...

Igrejas têm cada vez mais exigências para oficializar o 'sim'

Para se casar hoje em uma Igreja Católica, não basta dizer o "sim". Há casos em que é preciso ir a 12 missas ou pagar multa por atraso. Por respeito à religião ou para coibir excessos, padres das igrejas mais procuradas para casamentos criaram restrições na cerimônia.

Folha consultou 16 paróquias de SP, RJ e MG. Constatou que as normas incluem medidas contra atrasos, decotes e músicas. Ao menos três igrejas exigem dinheiro dos noivos. Caso sejam pontuais, o valor é devolvido.

É o caso do Mosteiro de São Bento, no centro da capital, e, em Ribeirão Preto (SP), da catedral e da paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Há regras também para preservar prédios históricos. "Tivemos decorador que usou pregos nos bancos centenários para fixar arranjos", diz Alessandra Paciullo, cerimonialista do mosteiro.

Na Cruz Torta, no Alto de Pinheiros, o padre Renato Cangianelli proibiu a canção "Also Sprach Zarathustra", do filme "2001: Uma Odisseia no Espaço". "Sempre coloco a música aos noivos e pergunto do que se lembram. Todos dizem: macacos. Isso não condiz com a celebração."

Na Nossa Senhora do Brasil, a cruzada do padre Michelino Roberto é contra os decotes. Para cobrir as mais ousadas, ele tem xales para emprestar. Gabriela Chodravi, 25, que vai casar ali, deu o recado do padre às madrinhas.

O banho de arroz foi vetado em várias igrejas. "Além de superstição, é jogar alimento no chão", disse André de Oliveira, padre do Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo, em Claraval (MG). Na Candelária, no Rio, o arroz foi proibido após uma funcionária escorregar e se ferir.

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